Segundo dados do Ministério da Saúde (MS), apenas em 2008, 39.561 casos de hanseníase foram confirmados no país, principalmente nas regiões Norte, Nordeste e Centro-Oeste. Essas regiões concentram 53,5% dos casos detectados em apenas 17,5% da população brasileira.
Os desafios colocados pela doença e novas investigações científicas sobre o tema foram o foco da conferência apresentada pelo pesquisador Geraldo Pereira, do Laboratório de Microbiologia Celular do Instituto Oswaldo Cruz (IOC/Fiocruz), durante o I Simpósio em Pesquisa, Desenvolvimento e Inovação em Doenças Bacterianas e Fúngicas.
O especialista apresentou o trabalho Leprosy Prevalence Levels and Responsiveness to Mycobacterium leprae – Specific Peptides, produzido em cooperação com pesquisadores brasileiros e de outros países.
O estudo consiste em verificar os níveis de prevalência da hanseníase e a capacidade de resposta de peptídeos específicos ao M. leprae.
Geraldo destacou que a doença persiste no país, mesmo apresentando uma tendência de estabilização. O importante é verificar onde a hanseníase está presente, pois há como controlar a disseminação, afirma.
No Rio Grande do Sul a doença está sob controle. A melhoria das condições de vida e o avanço do conhecimento científico modificaram significativamente o quadro da hanseníase, que atualmente tem tratamento e cura.
No Brasil, cerca de 47.000 casos novos são detectados a cada ano, sendo 8% deles em menores de 15 anos.
O pesquisador apresentou a linha do tempo da doença proveniente de infecção causada pelo Mycobacterium leprae - referências mais remotas datam de 600 a.C. e procedem da Ásia e África.
Ele frisou que o sequenciamento do genoma do M. leprae nos anos 2000 pode permitir o desenvolvimento de testes de diagnósticos mais rápidos e eficazes para a doença.
Segundo dados do Ministério da Saúde (MS), apenas em 2008, 39.561 casos de hanseníase foram confirmados no país, principalmente nas regiões Norte, Nordeste e Centro-Oeste. Essas regiões concentram 53,5% dos casos detectados em apenas 17,5% da população brasileira.
Os desafios colocados pela doença e novas investigações científicas sobre o tema foram o foco da conferência apresentada pelo pesquisador Geraldo Pereira, do Laboratório de Microbiologia Celular do Instituto Oswaldo Cruz (IOC/Fiocruz), durante o I Simpósio em Pesquisa, Desenvolvimento e Inovação em Doenças Bacterianas e Fúngicas.
O especialista apresentou o trabalho Leprosy Prevalence Levels and Responsiveness to Mycobacterium leprae – Specific Peptides, produzido em cooperação com pesquisadores brasileiros e de outros países.
O estudo consiste em verificar os níveis de prevalência da hanseníase e a capacidade de resposta de peptídeos específicos ao M. leprae.
Geraldo destacou que a doença persiste no país, mesmo apresentando uma tendência de estabilização. O importante é verificar onde a hanseníase está presente, pois há como controlar a disseminação, afirma.
No Rio Grande do Sul a doença está sob controle. A melhoria das condições de vida e o avanço do conhecimento científico modificaram significativamente o quadro da hanseníase, que atualmente tem tratamento e cura.
No Brasil, cerca de 47.000 casos novos são detectados a cada ano, sendo 8% deles em menores de 15 anos.
O pesquisador apresentou a linha do tempo da doença proveniente de infecção causada pelo Mycobacterium leprae - referências mais remotas datam de 600 a.C. e procedem da Ásia e África.
Ele frisou que o sequenciamento do genoma do M. leprae nos anos 2000 pode permitir o desenvolvimento de testes de diagnósticos mais rápidos e eficazes para a doença.
Texto João Paulo Soldati
Permitida a reprodução sem fins lucrativos do texto desde que citada a fonte (Comunicação / Instituto Oswaldo Cruz)